Trazendo mães no mundo

A gravidez é um dos momentos mais doces da vida da mulher. Quando se aproxima a fase final, a vontade de ver o rosto do bebê se misturam com as dúvidas sobre o parto e a saúde do pequeno. Vejamos, passo a passo, a reta final da gestação e do parto.

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Segunda-feira 10.09.2018

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1. Terceiro trimestre: patches e preparação para o parto

A maioria dos testes vão voltadas para monitorar as possíveis complicações que possam surgir no rosto ao parto e à saúde do bebê. O mais provável é que se façam verificações a cada quatro semanas até 36. Após a mesma, irá a consulta a cada 1 ou 2 semanas.

Este é o momento, também, para saber a cara do seu filho com uma ecografia 4D.

Nesta fase, os cursos de preparação para o parto – te trarão luz muitas dúvidas sobre a gravidez, o parto, a analgesia, o puerpério (“quarentena”), a amamentação e os cuidados do recém-nascido, além de se preparar psicologicamente.

Realizar exercícios como Pilatesouhidroterapiadurante a gravidez ajudam a estar melhor preparada no momento do parto: ao trabalhar todos os músculos, ligamentos e tendões envolvidos nos movimentos e posturas que facilitam o parto, chegará com um estado físico e mental ideal. Com o fortalecimento pélvico deste tipo de preparação para o parto prevendrás também lesões do esfíncter anal, tão importantes como a incontinência urinária, após dar à luz.

Se você já escolheu onde vai nascer seu bebê, procure os profissionais desse centro para informá-lo e resolve todas as suas dúvidas. É preciso ter claro se você quer ou não epidural e que postura adotar para o parto: clássica, cuadripedia, de lado, de cócoras, etc.

2. Recuperar a figura, após dar à luz

Depois de todas as mudanças acontecidos em seu organismo durante a gravidez, seu corpo começa, progressivamente, a voltar a seu estado pregestacional em ‘quarentena’, graças ao aleitamento materno, a alimentação saudável e equilibrada e os passeios, o único exercício aconselhado ao que não esteja fortalecido o assoalho pélvico.

Mas, às vezes, o tempo e a perseverança não são suficientes para se livrar da barriga mole ou alterações genitais produzidos. A cirurgia plástica, estética e reparadora pode ajudá-lo. A lipoaspiração (técnica body jet, um procedimento pouco invasivo), transferência de gordura (para, além de reduzir o volume abdominal, combater a diminuição do peito), o rejuvenescimento vaginal (para fortalecer a parede vaginal após o parto) ou a reconstrução vaginal (para tratar os problemas funcionais decorrentes do parto) são alguns dos procedimentos à sua disposição.

E quais foram os sinais restantes? As estrias que possam surgir-lhe no peito, o abdômen ou glúteos podem ser tratados através de emolientes específicos que ajudam a atenuá-las. Após a amamentação, você pode escolher terapias mais poderosas usando retinodes tópicos. A cicatriz de cesariana exige um cuidado anti-séptico diário e a aplicação de clorexidina duas vezes ao dia. Após a cicatrização completa, tens de proteger a área do sol pelo menos durante um ano.

Outro problema dermatológico de frequente aparição após o parto é a queda de cabelo de forma massiva. É totalmente reversível, se deve a causas hormonais e não existe uma alopecia total do couro cabeludo, por isso o mais importante é que você esteja tranquila, já que recuperará o cabelo em sua totalidade.

3. A depressão pós-parto

Ansiedade, irritação, tristeza com choro e preocupação são sinais comuns a partir do terceiro, quinto e sexto dia após o parto, mas costumam desaparecer antes da sexta semana. Quando esses sintomas não aparecem e, além disso, se apresentam junto a outros, como incapacidade de cuidar de si mesma ou de seu bebê, falamos de depressão pós-parto. Para evitá-la, seja sincera para que seus entes queridos entendam suas necessidades, aproveite a mínima ocasião para descansar, comer bem, tire tempo para si e não negligencie a intimidade com o seu parceiro. Qualquer mulher após dar à luz é exposta a sofrer; o importante é reconhecer o problema e procurar ajuda.

4. A importância do aleitamento materno

A mãe através do leite, que confere, entre outras coisas, as defesas específicas contra os germes que há em seu ambiente. Assim, as crianças que não são amamentados apresentam maior incidência de doenças respiratórias, otite média, gastroenterite, diarréia, infecções de urina, pneumonia, câncer (como a leucemia ou linfoma) ou síndrome de morte súbita do lactente.

Da mesma forma que o leite materno traz benefícios para o recém-nascido, amamentação confere vantagens muito importantes para a mãe, como um menor risco de sofrer de depressão pós-parto, câncer de útero, ovários e mama, diabetes, anemia, hipertensão, osteoporose e fraturas de quadril na menopausa.

Podemos concluir que a melhor alimentação para um recém-nascido é o leite materno, já que traz todos os nutrientes de que precisa e, além disso, estabelece um importante vínculo entre a mãe e seu filho.

Tem dúvidas? Plantéalas nos comentários e responderemos com prazer.

Este texto foi elaborado a partir das reflexões dos seguintes especialistas: Dr. Alexander Amir Aslani (Chefe do Departamento de Cirurgia Plástica, Estética e Reconstrutiva de Quíron de Marbella e Málaga), Dra Ariana Serrano Olmedo (Ginecologista de Saúde da Mulher Dexeus. Hospital Universitário Quíron Dexeus), Dr. Carlos Cerdán Darder (chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia Quíron Palmaplanas), Consulta de Obstetrícia (Hospital Universitário Quíron Madrid), Dr. Fernando Ojeda dos Santos (Ginecologista Quíron basílica do Sagrado Coração), Dr. Gorka Barrenetxea (Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia e Reprodução Assistida no Hospital Quirón Bizkaia e Centro de reprodução assistida Quíron Bilbao), Dr. José Ángel Espinosa (Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Universitário Quíron Madrid); Maria Romeu (parteira de Quíron Campo de Gibraltar), Dra Marina Rodriguez (dermatologista do Grupo Hospitalar Quíron em Tenerife), Paloma de Miguel (consulta de Amamentação do Hospital Quirón Valência), Patricia Martinez Navarro (responsável pela Unidade de Preparação para o Parto do Hospital Quirón Zaragoza), Rafael Sáez (chefe de Obstetrícia do Hospital Quirón Múrcia).

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